Fanatismo

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Apreciar algo ou admirar alguém não é problema algum, desde que haja moderação. Porém, algumas situações beiram ao fanatismo e isso não é nada saudável. Conheça mais sobre o assunto abaixo.

O que significa fanatismo?

A palavra vem do francês: fanatisme. Quer dizer fervor excessivo, irracional ou persistente sobre algo ou alguém, normalmente associado a questões religiosas ou políticas. É uma situação bastante comum em paranoias, sendo que a paixão pode até ocasionar delírio.

Características do fanatismo

O fanatismo é caracterizado por alguns sinais, por vezes facilmente percebidos por quem está ao redor:

– agressividade excessiva;

– várias formas de preconceito;

– pensamento estreito;

– credulidade perante um determinado sistema;

– ódio;

– demora prolongada em determinadas situações;

– subjeção de valores;

– intenso individualismo.

O grande apego e o cultivo desmesurado por gostos e práticas, como o hábito de fazer coleções, por exemplo, nem sempre pode ser chamado de fanatismo. Isto só acontece quando a conduta da pessoa é levada de forma radical e intolerante perante todos aqueles que não compartilham de suas preferências.

Por exemplo: uma pessoa que tem o hábito de leitura só será chamada de fanática se não suportar a ideia de outras pessoas não gostarem de ler, tratando-as de maneira preconceituosa por isso. O fanatismo pode ser tamanho que o fanático pode praticar violência para impor o seu ponto de vista.

Fanatismo religioso

Ter uma religião é saudável para a maioria das pessoas, porém a devoção incondicional também pode ser considerada fanatismo. Isto acontece quando o religioso não aceita as demais crenças, utilizando quaisquer meios para afirmar a superioridade de sua fé.

Neste caso, a exaltação cega é muito perigosa também, pois o religioso pode usar de violência contra quem não compartilha as mesmas ideias que ele. Este fanatismo ligado à religião é comum e pode estar presente em diversas crenças.

O fanatismo dos homens-bomba

Não podemos deixar de abordar o fanatismo relacionado aos homens-bomba. Presenciamos diversos atos suicidas ultimamente, inclusive o assassinato de quase cinquenta jovens devido à sua preferência sexual. Estes são grandes exemplos do que o fanatismo político ou religioso pode provocar, proporcionando momentos radicais e extremistas.

Inteligência acima da média

O fanatismo pode acontecer com qualquer um de nós. Se você pensa que a situação está aliada a pessoas com menos inteligência, enganou-se. Os homens-bomba, por exemplo, são indivíduos com inteligência acima da média, mas, infelizmente, utilizada para o mal.

A busca pelo equilíbrio

Se o fanatismo pode acontecer a qualquer pessoa, até mesmo com as mais inteligentes, como fazer para que nossas crenças e preferências não nos levem ao extremismo?

Em primeiro lugar, é preciso ter respeito aos outros. É necessário respeitar as diferenças, as crenças e hábitos de outras pessoas. Se nos colocarmos no lugar do próximo, não vamos fazer a ele o que não gostaríamos que fizessem conosco. Já é um grande passo.

Outra atitude que podemos fazer para evitarmos o fanatismo em nossas vidas é trabalhar em busca do equilíbrio. Assim, não haverá excessos e exaltação cega por algo ou alguém. Desta forma, a admiração será saudável.

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